Onze meses esperando as tão sonhadas férias e bastam dez dias com a tropinha em casa para eu querer o meu emprego de volta. Vai entender...
Meus Pimpolhos estão crescendo e achei que já era hora de ter uma página do Facebook só para eles.
Ontem foi a festa de fim de ano da escola dos baixinhos-pequenos. Para variar, dei um escândalo ao ver a performance dois como maquinistas na música O Trenzinho, de Toquinho. O baixinho-grande, meu companheiro de plateia, não hesitou em me repreender:
Vovô foi embora deixando a casa um brinco e o coração da gente cheio de saudade. Fiquei emocionada ao vê-lo partir de carro pela rua afora. Vivi, sensível que só ele, rapidamente percebeu o que se passava. E, com um abraço apertado, sugeriu:
Infelizmente, a alegria durou pouco. A bichana não funcionou nem por decreto. Dava um apito esquisito e empacava. Vovô tentou de tudo: leu o manual, conferiu as instalações, fez e refez o serviço. Até cair a ficha:
Mais uma barata invadiu o meu espaço. Dessa vez, foi atrevidamente parar dentro do meu armário. Ao descobrir a invasão, dei um grito e saí correndo. A tropinha prontamente se alistou para a guerra e voou chinelo para todo lado. Coube ao baixnho-grande consumar o fato. E, com ar de dever cumprido, debochou:
Vou viajar no fim de semana e de novo surgiu o dilema: com quem deixar a tropinha? Com as titias fora de área, comecei a apelar para os amigos. Nada. Já no desespero, comentei a minha angústia com o vovô, que vai passar alguns dias em Belo Horizonte. Qual não foi a minha surpresa ao vê-lo, destemido e corajoso, apresentar-se para a missão?