
Pareço boa mãe, mas deixo o Vivi apontar para um jipe na rua e chamá-lo de libusine só porque acho bonitinho.
Espero que ele me perdoe um dia.
Resignado, o baixinho ferido se deitou e dormiu, soluçando de tanto chorar. Acordou com o dedo da mão roxo e inchado, só para me matar de culpa. Ele, vingativo, ainda tripudiou:
Reafirmei que dignidade é um bem precioso, pelo qual todos devem zelar. E que nunca, jamais, em tempo algum, podemos permitir que separem as pessoas por raça, classe econômica, orientação sexual ou qualquer coisa que o valha. Pedro teve dificuldade de entender a que segregação eu me referia: