- "pocuntador" (computador)
- "sacote" (pacote)
- jogo da "memórica"
- pasta de dente de "futi futi"
- "cocovelo" (cotovelo)
- "cajuticaba" (jabuticaba)
- "kepchup" (ketchup)
- "cergo" (morcego)
- "suquilis" (sucrilhos)
- "sirênia" (sirene)
- "sinômino" (sinônimo)
- "ominhoco" (dorminhoco)
- "teteca" (peteca)
- "penenoso" (venenoso)
- "supermarino" (submarino)
Tem coisa mais guti guti que filho trocando as letrinhas?
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Contando nos dedos
O pequeno veio todo-todo dizer que já sabe contar até dezenove. Perguntei o que vinha depois do dezenove. Meio desconfiado, ele respondeu:
- Dezedez, ué.
- Dezedez, ué.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Dia das crianças conscientes
Levamos o pequeno à loja de brinquedos. Limitamos o acesso às prateleiras mais caras e o deixamos à vontade. Para a nossa surpresa, ele escolheu o menor e mais barato.
- Pode escolher um maiorzinho, filho.
- Não, mamãe, eu quero esse aqui.
- Mas esse é muito simples.
- É que os outros custam muito dinheirinho.
- Não tem problema, filho, só hoje pode.
- Não precisa, mamãe.
E insistiu no pequenininho. Ficamos com a consciência tão pesada que acabamos mostrando alguns de preço intermediário. Nada. Uma hora depois, já tínhamos circulado por toda a loja e oferecido os mais caros.
Ele foi embora feliz da vida com a sua lembrancinha.
Acho que estou exagerando nesse negócio de mostrar pra ele o valor do dinheirinho.
Ou ele é quem está levando a sério demais esse papo de ser rapazinho consciente.
- Pode escolher um maiorzinho, filho.
- Não, mamãe, eu quero esse aqui.
- Mas esse é muito simples.
- É que os outros custam muito dinheirinho.
- Não tem problema, filho, só hoje pode.
- Não precisa, mamãe.
E insistiu no pequenininho. Ficamos com a consciência tão pesada que acabamos mostrando alguns de preço intermediário. Nada. Uma hora depois, já tínhamos circulado por toda a loja e oferecido os mais caros.
Ele foi embora feliz da vida com a sua lembrancinha.
Acho que estou exagerando nesse negócio de mostrar pra ele o valor do dinheirinho.
Ou ele é quem está levando a sério demais esse papo de ser rapazinho consciente.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Meu par perfeito

Ontem fomos a um casamento com um monte de gente chique e elegante. O pimpolho era um dos mais lindos, é claro. A mamãe também caprichou no visual, só se esqueceu de que vestido de alcinha não combina com frio. O pequeno nem quis saber:
- Mamãe, vem brincar comigo.
- Não, filho, a mamãe tá com muito frio.
- Pode deixar que eu te esquento.
E agarrou minhas pernas como se quisesse me passar todo o calor do mundo.
Fiquei com dó e resolvi brincar.
Para a minha surpresa, ele não quis correr ou brincar de esconde-esconde.
Só queria desfilar por aí com a mamãe só pra ele...
- Mamãe, vem brincar comigo.
- Não, filho, a mamãe tá com muito frio.
- Pode deixar que eu te esquento.
E agarrou minhas pernas como se quisesse me passar todo o calor do mundo.
Fiquei com dó e resolvi brincar.
Para a minha surpresa, ele não quis correr ou brincar de esconde-esconde.
Só queria desfilar por aí com a mamãe só pra ele...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Meu herói
- Mamãe, não quero mais ser bombeiro.- E você vai ser o quê, filho?
- Policial.
- Por que?
- Porque só os policiais podem usar armas.
- E por que você quer usar armas?
- Para proteger as pessoas dos bandidos que roubam coisas.
- Mas eu tenho medo de bandidos e de armas.
- Não se preocupe. Estou aqui para protegê-la.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Mulher no volante...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Banana? Eca...
- Mamãe, faz uma vitamina pra mim?
- Claro, filho, de quê?
- De leite mesmo.
- Pode colocar banana?
- Não, senão fica muito bananenta.
E torceu o nariz como se banana fosse jiló.
- Claro, filho, de quê?
- De leite mesmo.
- Pode colocar banana?
- Não, senão fica muito bananenta.
E torceu o nariz como se banana fosse jiló.
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